Luisa Galiza

Quando criança meu sonho era ser astronauta, sempre fui absolutamente fascinada pelo universo. Quando adolescente, meu sonho era viajar o mundo em uma kombi colorida, morar em uma tribo indígena por um tempo e não morrer antes de saltar de paraquedas.

Em meio a essas e outras viagens, acabei me formando em psicologia e me tornando especialista em gestão pública de cultura. Ok, não era muito o que eu tinha sonhado, mas esses sonhos sempre permaneceram em mim, mesmo que ligeiramente adaptados.

Entender buracos negros, conhecer a lua ou outro planeta, acabou ficando em segundo plano. Mas se futuramente essa viagem for viável, eu certamente irei.

Viajar o mundo ainda é um sonho e sempre será, mesmo enquanto vou realizando ele. Só não precisa ser em uma kombi colorida direto do Woodstock.

Saltar de paraquedas ainda não consegui, perdi a coragem depois de saltar de uma ponte e achar que tinha desfalecido na queda. Vamos ver se um dia supero isso.

Morar em uma aldeia indígena foi adaptado à ter uma experiência em uma tribo. E essa sim já tive, felizmente. Foi uma vivência muito mais intensa do que podia imaginar. Realmente, é uma lição de vida.

Entre sonhos adaptados e realizados eu vou seguindo atrás daqueles que ainda preciso conquistar. Vendo que chegar aonde queremos pode ser mais fácil do que imaginamos, desde que haja o movimento por inteiro, o ato da travessia.

Então, sigo!

 

Siga @levenaviagem